quarta-feira, 9 de julho de 2008

Perfil do Caio - lançamento!

Então, finalmente chegou a hora. Depois de uma gestação de quatro anos, o meu livro ficou pronto. É um perfil do escritor Caio Fernando Abreu, morto em decorrência da aids em 1996. Abaixo, o convite. Queria ver todos lá para beber um vinho e comemorar esse nascimento comigo.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Um minuto de protesto

Um protesto solitário contra o uso do malfadado "risco de morte" pelos veículos de mídia do país. Pô. Veja o "risco de vida", que expressão linda, boa, tão utilizada por todos. Aí vem alguém querendo inventar uma moda e diz que o certo é risco de morte. Pô. Risco de PERDER A vida. Está subentendido. Tem um nome pra isso na língua, quando a palavra está subentendida, mas eu juro que me esqueci. Mesmo que não estivesse implícito, podia ser uma expressão que se formou de outro jeito. E expressões não precisam ser mexidas, caramba, elas trazem a história e o caminho que as palavras fizeram. Daqui a pouco vão querer reformar o guarda-chuva (expulsor de pingos?), o pára-brisa (pára insetos, chuva e vento?)...
(E a culpa é toda do Rogério, ah, Rogério. Que safadinho.)
Também ando meio revoltada com o uso de aspas da humanidade. Mas isso fica para os próximos capítulos...

Tirinha dos Malvados.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Novidades, novidades e amar é legal

Paradinho isso aqui, né? Tou vendo até umas mosquinhas.
É que estive preparando umas coisas, umas surpresas. Teremos novidades nos próximos capítulos.
Por enquanto, isso é só um teaser.

O que tem de legal e já está rolando é o Amar é Legal, projeto acarinhando e incubado por mim e Bia, em uma noite dessas de Floripa. É uma coisa simples e bonita: a gente quer divulgar essa idéia por aí. Amar é Legal. Simples assim. E pra isso vale tudo: postais, banners em blogs, vídeos, canções... O livro, o disco, o videogame, tudo. Basta ter essa idéia, essa frase. E qualquer um pode mandar. Vamos lá. Crie algo e mande pra gente. Spread da word, brothers.


esse é do meu amigo disáiner joão zambom

terça-feira, 25 de março de 2008

Holga, Red, Night Photos

A Wired criou concursos de fotos de leitores. A cada mês ela dá um tema, os leitores postam suas fotos e votam nas fotos de outros concorrentes. Ao final, as 10 mais votadas viram matéria, assim como as 10 escolhidas pela redação. Os temas escolhidos até agora são legais: fotos com a infame e divertida câmera Holga, fotos vermelhas e auto-retratos. Resolvi participar, só de farra, com uma fotinha da Torre Eiffel, bem abaixo do nível de algumas concorrentes, mas que me agrada bastante. Entrem lá e votem nas que gostarem. O caminho mais fácil é clicar em new e aí ir voltando.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Jesus, don't cry
You can rely on me, honey
You can combine anything you want
I'll be around
You were right about the stars
Each one is a setting sun

sábado, 8 de março de 2008

Vale tudo

















Hotsite bacana de Vale tudo*, a biografia do Tim Maia escrita pelo Nelson Motta. Dá para baixar quatro capítulos do livro, ver fotos, vídeos e baixar o material de imprensa ao som de Tim, nas 121 faixas disponibilizadas em streaming. No link Tim e eu, as pessoas podem contar as histórias que tiveram com o cantor. O site é muito bem feito, um excelente material de suporte. E aponta os caminhos que o livro deve seguir daqui pra frente. Com os e-readers, daqui a pouco será possível fazer isso longe do computador, no ônibus, enquanto se lê um livro qualquer em um sucessor do Kindle. Não é empolgante?

*Dica de Rogério Mosimann, que indicou o site em uma lista de discussão.

quarta-feira, 5 de março de 2008

I could be violet sky

Pra começar bem o dia, dois vídeos do Mika, que recém descobri e a-dou-rei. Além de um visual bacana, um nome cool e músicas fantásticas, ele tem uma história interessante, também.



não é fofo?


e ele é uma graça...

Sweet Sweeney















Vimos Sweeney Todd um dia depois da estréia, em São Paulo. O filme subiu como uma droga de efeito rápido. Chapei, chapamos. Sweeney Todd é quase o filme definitivo: podíamos assistir de novo e de novo e para sempre, sem cansar. Quem mais, além de Tim Burton, para contar a história sangrenta do barbeiro que se vinga das injustiças do passado ao navalhar a garganta de seus clientes? Quem, além de Johnny Depp e de Helena Bonham-Carter, para acompanhar Burton na empreitada? A direção de arte cai como uma luva, as cores básicas, fortes.

Funciona até para quem não gosta de musicais. Isso porque a história sangrenta, às vezes burlesca, às vezes trágica, de Stephen Sondheim é, na verdade, um anti-musical, uma negação dos passos leves e da alegria que do nada começa a bailar. Ela é forte, marcante. Fica tatuada por horas, e dias, por baixo da pele, matutando questões básicas de vida, de morte, de ciúme, de vingança. De quanto vale a humanidade, afinal.

bu-hu

Tanto tempo, né? Tanta coisa pra dizer.
(Queria saber a porcentagem dos posts de blogs no mundo que são desculpas por tanto tempo sem postar...)
Aos poucos, voltamos.
Avé.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Pessoas, yach

No filme Gladiador, com o Russell Crowe, Derek Jacobi, no papel de Gracchus, fala para outro senador: "I do not pretend to be a man of the people, Senator. But I do try to be a man for the people." Na época, achei bonito e verdadeiro.

Ontem, assistindo o seriado House, a idéia me voltou à mente. O Dr. House é um médico excêntrico, que não gosta de falar com os pacientes e faz diagnósticos certeiros com métodos bem pouco ortodoxos. Ele é brilhante, mau-humorado, e o melhor médico do hospital. Com seu conhecimento e intuição, salva vidas. "O que vocês preferem: um médico que segura sua mão enquanto você morre ou um que fique à distância enquanto você melhora?", diz ele. O humor, o cinismo, a honestidade.
Assim como o senador Gracchus, o Dr. House é um verdadeiro humanista.



(e não é a cara do Scotto?)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Mudar faz bem




"O maior sinal de insanidade é fazer a mesma coisa, dia após dia, e esperar resultados diferentes."

Frase atribuída a Einstein citada por Oscar Motomura, diretor geral da Amana-Key, na Época Negócios desse mês.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Xerox de graça



A solução para a briga pelo preço do xerox nas faculdades pode estar prestes a acabar. No Japão, a Tadacopy oferece cópias grátis para os estudantes. Para viabilizar a história, anúncios são impressos na parte de trás do papel, que é mais grosso que o normal para impedir que os anúncios atrapalhem a leitura. Os estudantes adoram a novidade por lá. Em Utrecht, uma idéia parecida decolou: a StudyPrint. Após se registrarem com o e-mail da universidade, para provar que são mesmo estudantes, eles podem fazer uploads e pegar as cópias na impressora, ou levar os próprios arquivos em um pen drive para imprimir. Maravilha. Mas será que pegaria com os estudantes daqui? Que eu me lembro das épocas de faculdade, tem uma turma super anticapitalista e contra-tudo-que-está-aí que talvez não curtisse a idéia de ter o capitalismo dentro das universidades.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Perfect Pitch

Estive lendo Perfect Pitch: The Art of Selling Ideas and Winning New Business, do John Steel. Planejador em agências de propaganda, Steel tem uma prosa arejada, argumentos contundentes e tiradas humorísticas na melhor tradição britânica. O livro traz incontáveis lições que servem não só para publicitários, mas para todos que precisam fazer apresentações na vida. Uma, especificamente, não me sai da cabeça:

Não importa o que você diz, mas o que as pessoas ouvem.

Vale para apresentações. Vale para a vida.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Feliz 2008














O Lombardi deu a dica, que ele tirou do Caversan. Acho bonito. E repasso.