terça-feira, 25 de março de 2008

Holga, Red, Night Photos

A Wired criou concursos de fotos de leitores. A cada mês ela dá um tema, os leitores postam suas fotos e votam nas fotos de outros concorrentes. Ao final, as 10 mais votadas viram matéria, assim como as 10 escolhidas pela redação. Os temas escolhidos até agora são legais: fotos com a infame e divertida câmera Holga, fotos vermelhas e auto-retratos. Resolvi participar, só de farra, com uma fotinha da Torre Eiffel, bem abaixo do nível de algumas concorrentes, mas que me agrada bastante. Entrem lá e votem nas que gostarem. O caminho mais fácil é clicar em new e aí ir voltando.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Jesus, don't cry
You can rely on me, honey
You can combine anything you want
I'll be around
You were right about the stars
Each one is a setting sun

sábado, 8 de março de 2008

Vale tudo

















Hotsite bacana de Vale tudo*, a biografia do Tim Maia escrita pelo Nelson Motta. Dá para baixar quatro capítulos do livro, ver fotos, vídeos e baixar o material de imprensa ao som de Tim, nas 121 faixas disponibilizadas em streaming. No link Tim e eu, as pessoas podem contar as histórias que tiveram com o cantor. O site é muito bem feito, um excelente material de suporte. E aponta os caminhos que o livro deve seguir daqui pra frente. Com os e-readers, daqui a pouco será possível fazer isso longe do computador, no ônibus, enquanto se lê um livro qualquer em um sucessor do Kindle. Não é empolgante?

*Dica de Rogério Mosimann, que indicou o site em uma lista de discussão.

quarta-feira, 5 de março de 2008

I could be violet sky

Pra começar bem o dia, dois vídeos do Mika, que recém descobri e a-dou-rei. Além de um visual bacana, um nome cool e músicas fantásticas, ele tem uma história interessante, também.



não é fofo?


e ele é uma graça...

Sweet Sweeney















Vimos Sweeney Todd um dia depois da estréia, em São Paulo. O filme subiu como uma droga de efeito rápido. Chapei, chapamos. Sweeney Todd é quase o filme definitivo: podíamos assistir de novo e de novo e para sempre, sem cansar. Quem mais, além de Tim Burton, para contar a história sangrenta do barbeiro que se vinga das injustiças do passado ao navalhar a garganta de seus clientes? Quem, além de Johnny Depp e de Helena Bonham-Carter, para acompanhar Burton na empreitada? A direção de arte cai como uma luva, as cores básicas, fortes.

Funciona até para quem não gosta de musicais. Isso porque a história sangrenta, às vezes burlesca, às vezes trágica, de Stephen Sondheim é, na verdade, um anti-musical, uma negação dos passos leves e da alegria que do nada começa a bailar. Ela é forte, marcante. Fica tatuada por horas, e dias, por baixo da pele, matutando questões básicas de vida, de morte, de ciúme, de vingança. De quanto vale a humanidade, afinal.

bu-hu

Tanto tempo, né? Tanta coisa pra dizer.
(Queria saber a porcentagem dos posts de blogs no mundo que são desculpas por tanto tempo sem postar...)
Aos poucos, voltamos.
Avé.